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Escrito por Anne Denise
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14-Jun-2010 |
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Esses gatinhos estão sob cuidados do Edivaldo, mas precisam de um novo lar:  Se se interessou por um deles, pode ligar no 9923-3679 ou no 9936-5207, falar com Edivaldo e/ou Cristiane.
Além deles esse aumiguinho foi salvo pela Daiana, vitima de um atropelamento. Ele esta bem, se recuperou rapidamente, mas precisa agora da sua ajuda pra encontrar um lar.  Se vc quer levar essa fofura pra dividir a vida contigo, entre contato conosco, via site e/ou página do orkut :) |
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Donos burlam lei para tratar cães com leishmaniose |
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Escrito por Anne Denise
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07-Jun-2010 |
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Hoje, na versão on line do ESTADÃO, chamou atenção para o crescente número de casos de Leishmaniose. Segue abaixo a matéria (http://www.estadao.com.br/noticias/geral,donos-burlam-lei-para-tratar-caes-com-leishmaniose,562720,0.htm): O aumento de casos de cães com leishmaniose em centros urbanos veio acompanhado de um movimento silencioso, consistente e ilegal: a busca por tratamentos ensinados clandestinamente por veterinários e proibidos pelo governo. Donos que resistem a entregar seus cães para eutanásia encomendam medicamentos do exterior, internam os animais e até contratam advogados para defendê-los. "Ingressamos na clandestinidade, fazemos contrabando. É fora da lei, mas nunca me perdoaria de entregar meus animais antes mesmo de fazer uma tentativa de tratamento", afirma um publicitário de Brasília. A medida é condenada por autoridades sanitárias. "Não há nada que comprove que o cão tratado reduza o risco de contaminação. É um risco para pessoas que têm contato com o animal, principalmente as com sistema imunológico debilitado", diz o veterinário da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Péricles Massunaga. No início considerada uma doença rural, a leishmaniose vem se expandindo para centros urbanos e hoje atinge 20 Estados. Até 2008, o mais comum era usar remédios indicados para humanos. Uma portaria assinada pelos ministérios da Saúde e da Agricultura, porém, proibiu essa prática, em razão do risco de o parasita desenvolver resistência aos medicamentos. Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, testes em laboratório mostram que o parasita facilmente dribla a ação dos remédios. Há um número limitado de drogas e não há perspectivas de que novos medicamentos estejam disponíveis a curto prazo. Como o cão é o principal reservatório da doença, argumenta a secretaria, não sacrificar os animais infectados pode trazer consequências graves para a saúde pública, com a disseminação de parasitas mais resistentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. |
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Última atualização ( 07-Jun-2010 )
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